Apus

O envelhecimento da pele é uma consequência do envelhecimento intrínseco iniciado pelo envelhecimento cronológico e perda da função fisiológica, mas também pode estar associado ao envelhecimento extrínseco causado por fatores ambientais oxidativos, como radiação solar, poluição e má alimentação.

Em nível molecular, a irradiação ultravioleta A e B das células resulta na geração de espécies reativas de oxigênio, que causam danos a proteínas, lipídios e DNA. Como consequência do fotodano, há uma diminuição na renovação de células como queratinócitos, fibroblastos, redução da produção de colágeno e fibras de elastina, resultando em diminuição da integridade estrutural da pele.

Vários estudos nas populações japonesa, europeia, africana e brasileira demonstraram que o nível de fotoenvelhecimento foi maior em mulheres com maior exposição solar e sem hábitos adequados de proteção solar, mesmo em grupos jovens.

Uma vez que o estresse oxidativo é um desequilíbrio das espécies reativas de oxigênio e antioxidantes produzidos na pele, estratégias envolvendo o uso de protetores solares e formulações cosméticas contendo antioxidantes podem ser eficazes na prevenção e atenuação do fotodano cutâneo.

Com base nessas considerações, um estudo duplo-cego, randomizado e placebo-controlado teve como objetivo avaliar a eficácia clínica do protetor solar e formulações cosméticas contendo tetraisopalmitato de ascorbila e peptídeos de arroz na melhora do fotoenvelhecimento cutâneo em mulheres jovens.

 

Para isso, 60 mulheres (idade entre 20 e 30 anos), com fototipos II a III de Fitzpatrick, que não possuíam hábitos de uso diário de fotoprotetores e que apresentavam hiperpigmentação na região malar da face, foram randomizadas em 4 grupos para receberem durante 90 dias:

Grupo 1 (n=15):
Veículo 1 vez à noite
Fotoprotetor Uso diário

Grupo 2 (n=15):
Tetraisopalmitato de ascorbila
Peptídeos de arroz
Fotoprotetor Uso diário

Grupo 3 (n=15):
Peptídeos de arroz
Fotoprotetor Uso diário

Grupo 4 (n=15):
Tetraisopalmitato de ascorbila
Fotoprotetor Uso diário

 

Todos os grupos aplicaram a mesma formulação fotoprotetora uma vez ao dia e a reaplicá-la caso precisassem se expor ao sol ao longo do dia.

 

Resultados

 

Os resultados mostraram que o uso diário das formulações em estudo melhorou as condições da pele, aumentando a hidratação da pele e a ecogenicidade da derme;

Além disso, a aplicação das substâncias ativas reduziu a hiperpigmentação da pele e aumentou a renovação das células epidérmicas.

 

Conclusão

 

Os resultados do estudo demonstraram a importância do uso diário de protetores solares e de ativos cosméticos como ascorbil tetraisopalmitato e peptídeos de arroz para a melhora da hidratação da pele e prevenção de fotodanos cutâneos em faixas etárias jovens.

 

Formulações

 

Fotoprotetor para proteção do DNA

Apus Sun Face FPS
80 ——– 50 g
Aplicar na face diariamente ou conforme orientação médica.

Apus Sun Face FPS 80: desenvolvida com modernos filtros de origem alemã que conferem proteção solar de amplo espectro (UVA e UVB). Emprega ingredientes que formam uma fina e invisível película sob a pele. Possui um toque aveludado e livre de oleosidade, com efeito matte. Contém fosfolipídeos que mimetizam as bicamadas lipídicas celulares, contribuindo para uma melhor dermocompatibilidade e hidratação cutânea de forma duradoura.

 

Dermocosmético antioxidante

Nikkol VC-IP® (Galena) ——– 2%
Nutripeptides® (Galena) ——– 4%
Apus Lumiwhite qsp ——– 50 g
Aplicar na face à noite ou conforme orientação médica.

Apus Lumiwhite®: emulsão biocompatível que confere proteção contra a radiação UV e Luz Azul. Reduz a formação de radicais livres fotoinduzidos, prevenindo o envelhecimento cutâneo e as manchas hipercrômicas.

 

 

Referências: 

FOSSA SHIRATA, Marina Mendes; MAIA CAMPOS, Patrícia Maria Berardo Gonçalves. Sunscreens and Cosmetic Formulations Containing Ascorbyl Tetraisopalmitate and Rice Peptides for the Improvement of Skin Photoaging: a Double‐blind, Randomized Placebo‐controlled Clinical Study. Photochemistry and Photobiology, v. 97, n. 4, p. 805-815, 2021.

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